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Agressividade psicológica

Segundo a psicanálise, a agressividade é um impulso associado aos mecanismos de defesa ligados à auto preservação e/ou conservação da espécie, seja humana ou animal. Pode-se dizer que é um comportamento emocional e intrínseco de nossa natureza. Nas sociedades modernas, sobretudo as ocidentais, agressivo é aquele que é competitivo e, portanto, desenvolve um comportamento apreciado e até esperado, já que será traduzido como coragem, ousadia, determinação, ambição etc. Desde cedo, já na tenra infância manifestamos tais ações e impulsos, seja para chamar a atenção, se impor como componente do grupo, ou diante de uma recusa aos caprichos. Quando adultos a relação se dá nos conflitos, disputas ou sentimentos. Animal ou humana a agressividade é uma característica natural dentro dos mecanismos de defesa e adaptação diante de perigos ou ameaças. Tanto a agressividade quanto o medo influenciarão nossas tomadas de decisões. É pela agressividade, portanto, que determinaremos até onde suportar...

A maldição da múmia

O Sr Arthur Conan Doyle, escritor mundialmente famoso de ficção científica, em diversas de suas obras abordou aspectos sobrenaturais por influência de sua religião, o espiritismo. Em a maldição da múmia, o escritor narra a história de uma maldição que recai sobre todo aquele que profanar o túmulo de Tutancâmon que provavelmente originou-se após a morte e Lord Carnavon, financiador das escavações, quatro meses após sua descoberta. Há relatos de que no dia da sua morte o seu pássaro de estimação foi comido por uma cobra. Seu cachorro, também teria morrido na Inglaterra e que a cidade do Cairo também teria ficado sem eletricidade nesse dia. Curiosamente, a suposta “maldição” não atingiu Howard Carter, que tecnicamente foi quem “profanou” o túmulo. Ele viveria até março de 1939.   Em 1979 a máscara mortuária de Tutancâmon estava em uma exposição em São Francisco. Em setembro daquele ano George LaBrash trabalhava como vigilante na sala em que estava a máscara quando teve um  A...

Campo de concentração laboral

A Alemanha nazista construiu cerca de 20.000 campos para aprisionar seus milhões de vítimas. Os campos eram utilizados para várias finalidades: campos de trabalho forçado, campos de transição e campos de extermínio construídos principalmente, ou exclusivamente, para assassinatos em massa. Desde sua ascensão ao poder, em 1933, o regime nazista construiu uma série de centros de detenção destinados ao encarceramento e à eliminação dos chamados "inimigos do Estado". A maioria dos prisioneiros dos primeiros campos de concentração era formada por alemães considerados inimigos do nazismo: comunistas, social-democratas, ciganos Roma, Testemunhas de Jeová, homossexuais e pessoas acusadas de exibir um comportamento "anti-social" ou fora dos padrões sociais (nazistas, evidentemente). Estas instalações eram chamadas de campos de concentração porque nelas os detentos ficavam fisicamente "concentrados". Os nazistas abriram campos de trabalho forçado onde centenas de...

A desgraça do arrogante

Mestre e discípulo conversavam numa esquina, quando uma velha os abordou. “Saiam da frente da minha vitrine!”, gritou a velha.  “Vocês estão atrapalhando os fregueses”. O mestre pediu desculpas, e mudou de calçada. Continuaram a conversa, quando um oficial aproximou-se. “Precisamos que o senhor se afaste desta calçada”, disse o oficial. “O conde irá passar por aqui daqui a pouco”. “Que o conde use o outro lado da rua”, respondeu o mestre, sem se mover. Depois se virou para seu discípulo: “Não esqueça: jamais seja arrogante com os humildes. E jamais seja humilde com os arrogantes”. A arrogância do Poder Autor: Paulo Coelho A arrogância é um padrão comportamental constituído por uma gama de atitudes de caráter negativo, evidentemente. É um comportamento que tem por objetivo convencer as pessoas de que o indivíduo é superior aos demais, mesmo que isso não seja verdade. O que se pretende é criar um impacto psicológico na mente do...

Rumo ao terceiro ano

Chegamos ao segundo ano do Mentes Alertas que está mais amadurecido e consistente à medida que se aprende a lidar com todos os meandros ligados à violência. No ano passado, no primeiro aniversário, eu apontava para a continuidade do processo, já que, dada a natureza dos agressores, nada demonstrava o abandono de suas características perversas. É dominante entre pesquisadores a conclusão de que portam transtornos antissociais os assediadores crônicos, daí se dizer que não mudam de comportamento. Dessa asserção, posso atestar na prática, a evidência de tendências psicopáticas entre eles, apesar da pouca inteligência que demonstram, o que me confunde em determinados momentos. De qualquer forma, à medida que adotavam suas práticas assediadoras foram ressachados à altura. Ameaças, chantagens, manipulação da comunicação, nada disso foi suficiente para gerar intimidação, mas o oposto, já que despertou indignação e estimulou colegas a vencerem o medo e enfrentarem as injustas agressões. A...