sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Vampirismo Psíquico


Somos seres feitos de energia e seu campo externo é a aura humana que é um fenômeno altamente sensível e complexo, afetado pelo estado mental e físico do indivíduo e por uma série de fatores externos. Nesse sistema, são particularmente importantes diversas influências sociais, inclusive nossas interações com outros sistemas humanos de energia.



O vampirismo psíquico é um fenômeno humano muito disseminado, mas pouco compreendido, e pode interromper nosso crescimento e impedir nosso progresso. 

Ele se manifesta de diversas maneiras, e cada uma delas consome a energia da vítima; com o tempo corrói até o sistema energético da mesma.

Mas de onde surgiu essa noção de vampirismo?

O folclore é rico em personagens que nasceram de pessoas reais com  uma perversidade sem limites. Sádicos, insanos ou... psicopatas assassinos em série?

Cito dois dos mais famosos na história:

Elizabeth Bathory mais conhecida como "A Condessa Sangrenta", devido aos macabros e depravados crimes que cometeu, foi uma aristocrata húngara pertencente a uma das mais ilustres famílias da Europa.

Acreditavam que madame Bathory matava jovens donzelas (daí o termo donzela de ferro)  para banhar-se em seu sangue, uma vez que acreditava que, assim fazendo, se manteria sempre jovem e bela. Dizem que chegou a assassinar perto de 650 pessoas com este propósito. 

Atualmente e depois das investigações, não se sabe se o propósito era realmente este, mas de qualquer forma, pode-se assegurar que cometeu realmente uma grande quantidade de crimes de extrema crueldade.

Vlad III Tepes, o Empalador, Príncipe da Valáquia, antigo principado entre o rio Danúbio e os Alpes Transilvânicos,  reinou sobre suas terras em 1448, de 1456 a 1462, e em 1476, ano de sua morte.

 Seu sobrenome romeno, Drácula (Draculea e/ou Drakulya), significa "filho do dragão", e refere-se a seu pai, Vlad Dracul, que recebeu este apelido de seus súditos após ter se juntado à Ordem do Dragão, uma ordem religiosa. Dracul, que vem do latim draco ("dragão"), significa "diabo" no romeno atual.

 Historicamente conhecido por ter sido um cavaleiro cristão do século 15, um príncipe, um guerreiro de Cristo que lutou contra o expansionismo islâmico na Europa, considerado um herói ainda nos dias atuais em sua terra natal, a Romênia, e na República da Moldávia. Governante feroz, defensor de seus conterrâneos, respeitado por súditos e inimigos, lembrado pela suas temíveis formas de tortura e pelas atrocidades que costumava provocar em seus prisioneiros. Principalmente o empalamento, que consistia na inserção de uma estaca no ânus, vagina, ou umbigo até a morte do torturado.

Suas estratégias de guerra também eram terríveis, usava a tática da “terra arrasada” e fazia incursões noturnas nos acampamentos inimigos matando sorrateiramente o maior número possível de homens sem deixar rastros. Sabia como despertar um dos mais obscuros sentimentos humanos: o medo.

Se pensarmos que estamos falando de um período em que as pessoas eram analfabetas, tinham expectativa de vida das menores por conta de uma série de fatores ligados ao contexto da época, não é difícil de chegar à conclusão de que o medo combinado com a imaginação criou esses seres sobrenaturais e místicos capazes de se transformar em Lobos ou voar como morcegos.

Na ficção também temos um dos mais famosos contos baseado no lendário príncipe romeno “Drácula de Bram Stoker” que é um romance de 1897 escrito pelo autor irlandês Bram Stoker, tendo como protagonista o vampiro Conde Drácula. Sem dúvida trata-se do mais famoso conto de vampiros da literatura.

Daí por diante me parece que houve uma glamorização do vampiro, até pelo seu lado sedutor e misterioso, a ponto de se tornar quase que um herói como em séries e filmes atuais, chegando ao ponto de se tornar bom. Vampiro bom? Faz sentido? Não para mim, até por sua natureza. 

Mas como os vampiros da ficção, os da vida real utilizam-se do fascínio par abater suas vítimas, mostram-se interessantes, agradáveis, utilizam de persuasão hipnótica e vão colecionando vítimas por onde passam, sugando, não o sangue da vítima, mas sua vida emocional, produzindo depressões, stresses, ansiedades, síndrome do pânico etc.

Você já deve ter tido pelo menos uma experiência com algum tipo de vampiro psíquico e talvez nem saiba. Basta você se lembrar de alguma pessoa que tenha interagido e que te deixou, ao final de um contato, cansado, triste, abatido, nervoso, irritado, temeroso e por aí vai.

Pessoas que utilizam o jogo da culpa, chantagem emocional, parasitam sua vida o tempo todo, invejosos, fofoqueiros, controladores, paranóicos e, nem precisaria citar os narcisistas e sociopatas.

Estão por toda parte: parentes, chefes tiranos, namorados, maridos e esposas, pai ou mãe, “amigos”, ou seja, pode ser qualquer tipo de pessoa onde utilize qualquer forma de relacionamento baseado no abuso.
Donzela de ferro
É preciso fortalecer-se em todos os níveis contra esses vampiros emocionais para não ver sua vida de uma hora para outra esvaziada por seres malignos, sedentos de sua dor e seu medo. Para isso é preciso estar fortalecido psicológica, física e também espiritualmente.

Uma coisa você pode ter certeza, todo predador é um oportunista por excelência e ele irá caçar o vulnerável em detrimento do forte.






Então, Fortaleça-se !






Raniery
raniery.monteiro@gmail.com


segunda-feira, 22 de novembro de 2010

O temor dos assediadores



Segundo Heinz Leymann, um dos maiores especialistas em assédio moral, o comportamento do agressor obedece quase sempre ao propósito dele de encobrir ou camuflar suas próprias deficiências.


O medo ou a insegurança que experimentam em relação as suas próprias carreiras, sua própria reputação ou sua posição na organização impele-os a atacar outras pessoas.
Esse medo, essa insegurança são habitualmente determinados pela própria consciência de mediocridade que é posta em evidência, muito amiúde de maneira inconsciente, pela conduta profissional, ética, e respeitosa da pessoa que vem a ser selecionada como alvo.

Os sentimentos de inadequação apresentados pelos assediadores usualmente procedem, de múltiplas fontes possíveis: psicopatias, paranóia, transtornos narcisistas..., tendo, porém um mesmo efeito sobre o comportamento: a compulsão por fazer desaparecer do ambiente à volta do assediador ou assediadores aqueles estímulos que desencadeiam neles sentimentos patológicos de ameaça, vale dizer, a eliminação da vítima.

Autor: Iñaki Piñuel y Zabala
Edições Loyola

Eu mesmo vi isso ocorrer diante de meus olhos, quando um grupo decidiu destruir a vida de um colega, de uma forma que somente mentes frias e perversas poderiam fazer utilizando-se do próprio sistema da empresa e de dispositivos legais para tal.
Enquanto "cavavam a cova" do rapaz, se faziam de inocentes diante do grupo e no momento em que foram desmascarados declararam que foram obrigados a testemunhar contra ele, ou seja, covardia das piores.
Não contentes, ainda resolveram me atacar, criando uma mentira em minha ficha funcional alegando que eu os ameaçara.

Lembro- me muito bem que estive no RH para solicitar uma cópia do regimento disciplinar da empresa, o que me foi negado pela gerente do setor, fora os insultos e humilhações que a mesma me fez passar, e ainda tive que ir ao “inquisidor” (o funcionário que toma os termos do inquérito para gerar a punição forjada), pois teria dois inquéritos sobre mim e que eu seria punido; o detalhe é que eu estava afastado por motivo de doença profissional causada pelo assédio moral que passo.
O dito “inquisidor” disse-me que, se eu estava louco (referência à depressão) para Trabalhar, também o estaria para testemunhar a favor do colega. Perceba você que eu estava doente, e mesmo assim, de forma fria e cruel me tratavam como coisa qualquer e isso ocorre até hoje e não somente comigo.

Parece-me que desejam mesmo minha eliminação a qualquer custo, só que a coisa perdeu o controle e eles começaram a atacar várias pessoas na empresa e, eu me pergunto como fariam para demitir tanta gente sem chamar a atenção ao seu próprio comportamento criminoso?

O medo que toma conta de suas mentes malévolas desenvolve requintes de crueldade; o que ocorre é que, como são hábeis manipuladores, dissimulam suas ações, muitas vezes utilizando de desinformação seletiva através de boatos.

A única coisa que não suportam é a visibilidade, principalmente diante da lei, o que é lógico, já que são transgressores de regras sociais e criminosos por essência. Por isso, da importância de denunciar tais práticas desumanas.

Portanto, é preciso saber como funciona essas mentes perigosas para poder se defender.



Raniery

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Mestres do disfarce


"Os apuros de Penélope" foi um desenho criado pelos estúdios Hanna Barbera's em 1969.


"Penélope", nossa heroína era uma garota linda, ingênua e, é claro, charmosa. Sendo herdeira de uma vasta fortuna, vive em apuros constantes, sob a vigilância severa de seu tutor "Silvestre Soluço".

Mas o que a jovem não sabe é que Silvestre na verdade é seu arqui-inimigo "Tião Gavião" que recebe ajuda dos seus fiéis malfeitores, os "Irmãos Bacalhau".

Mas sempre que a situação piora para Penélope, surgem os seus protetores, a "Quadrilha de Morte" (Domdom, Chorão, Zippi, Pestana, Yak Yak) e o seu maravilhoso carro "Choog A Bum".

Preste atenção que o seu principal inimigo era justamente quem deveria cuidar dela, e, em quem Penélope depositava total confiança, já que sequer imaginava quem ele era na realidade, tal a capacidade de dissimulação e teatralidade do vilão.

Da mesma forma são os sociopatas, que se disfarçam de gente comum, igual a mim e a você, e que aparentam ser acima de qualquer suspeita.
Basta prestar um pouco mais de atenção, no entanto, que sua verdadeira face se mostra.

No trabalho, são "profissionais" exemplares, com uma ficha limpa (por eles mesmos, é evidente) e fazem questão de sujar a de quem está em seu caminho caso sejam assediadores morais. Aliás, montam seus esquemas justamente para configurar que o alvo de seu ataque é desqualificado, indisciplinado ou insubordinado entre outras situações.

Na família, são os manipuladores, chantagistas emocionais, intrigueiros, sempre se fazendo de vítimas para ganhar a proteção ou empatia dos desavisados, de pais que elegem seus favoritos ou que se fazem de cegos.

Nos relacionamentos, são os controladores, devastadores emocionais... os Don Juans da vida.
Nas relações sociais, são os invejosos, fofoqueiros, maledicentes e por aí vai.

Eles estão em toda parte (em menor número, é verdade) e causam devastações por onde passam como verdadeiros gafanhotos.

Portanto, se você é um daqueles que não avalia as pessoas de forma assertiva, cai na conversa de qualquer "amigão", não compara o que se diz com o "como" se comporta, você é um sério candidato a ter sua vida virada de cabeça para baixo já que é um alvo fácil desses predadores oportunistas.

"A gente resiste muito a acreditar na existência do MAL enquanto prática humana! Mas ele está aí, vizinho, rondando cada um de nós, e a gente nem se dá conta! “O que assusta nessas pessoas é que eles parecem tão comuns, tão gente igual à gente.”Glória Perezescritora e novelista

Raniery


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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Aprenda com os melhores


Na natureza encontramos inúmeros exemplos de ensinamentos que podemos utilizar em nossas vidas. 


Os animais juntaram forças muitas vezes nos 4 bilhões de anos da história da vida. Na batalha pela sobrevivência, trabalhar junto provou ser uma estratégia vencedora.


O poder do trabalho em equipe é um dos maiores triunfos da evolução.

O grande tubarão branco nada sozinho, mas para animais menos formidáveis vale a pena ser mais um entre a multidão. 

Cuidar da família parece ser a origem de toda a sociedade dos animais, ou seja, contra o predador (inimigo em comum) a estratégia inteligente é cada um cuidar do outro.

Assim são: a família dos Calaus gigantes; a família dos Lobos, hienas e impalas; a mega colônia de 330 mil morcegos. Cada um ajuda o outro em um comportamento surpreendente no mundo animal. Existem morcegos babas que avisam os outros quando acham comida, etc...

E, finalmente, os meus preferidos: a sociedade dos suricatos, animais que trabalham para o grupo.

Todo predador sabe que, para levar vantagem sobre seu alvo, precisa isolá-lo dos demais, além de dissimular suas reais intenções para ganhar uma vantagem tática sobre sua presa. A idéia é a de não chamar a atenção dos demais, pra não ter, seus planos frustrados.

O reino animal nos ensina que é preciso estar atento, alerta, como uma sentinela, pois o predador fica a espera de uma oportunidade ou desatenção para abater sua presa. Mostra- nos também, que mesmo sendo mais frágil a melhor idéia é estar junto ao grupo, e isso, todo agressor sabe, daí isolar a vítima para sobrepujá-la.

Portanto, quando você souber que existe um assediador moral rondando o ambiente e atacando um colega, ao invés de decidir não querer se envolver e pensar, equivocadamente, que o problema não é seu, saiba que você poderá ser a vítima seguinte, pois o problema está na psicopatia ou instinto perverso do agressor e não em um suposto motivo que seu colega possa ter dado para merecer tal perseguição.

Assédio moral é crime (apesar de no Brasil não existir lei específica que o defina) sendo condenado por todas as figuras jurídicas existentes, e, portanto, não deve ser tolerado.



Raniery
raniery.monteiro@gmail.com

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Sun Tzu e a violência psicológica


Em "A  arte da guerra" já no primeiro capítulo - planejamento bélico, o milenar estrategista, disserta sobre assunto de importância vital para o Estado: a guerra.

Ele nos diz que é uma questão de sobrevivência ou de ruína, devendo ser completamente estudada. Declara que quem despreza o tema dá mostras de negligência para com a própria vida. Afirma ainda que tal assunto deva ser estudado completamente, ou seja, dominado.


Fazendo um paralelo com os conflitos humanos dos dias atuais poderíamos muito bem dizer que vivenciamos uma verdadeira guerra psicológica ou psicoterror.

Daí, estarmos preparados para nos defender.

Os terroristas psicológicos são, desde chefes tiranos ou pessoas de nosso circulo de relacionamentos que se acham no direito de invadir nossas vidas e, sem escrúpulos, nos causar danos. Simples assim!

E se, quaisquer que sejam os processos racionais que se passam nessas mentes perigosas, decidirem nos atacar, é justo, que recebam reciprocidade à altura, pelo menos para que pensem duas vezes antes de dar vazão à seus instintos egocêntricos.

Que conhecimento gera poder todos já sabemos, mas quantos estão dispostos a entender como se dá o processo de ataque psicológico que pode ocorrer com qualquer um de nós? Vai depender do grau de importância que se dá a si mesmo e aos seus sonhos e objetivos, como declarou Sun Tzu.

Hoje, a informação flui a uma tecla de seus dedos. Livros são colocados no mercado às centenas, portanto, não há desculpas para não saber; pode ter sim o comodismo ou negligência de achar que nunca tal coisa acontecerá consigo.

Quem já passou por tal situação pode enxergar quais atitudes o levaram ao fracasso, quem está passando pode reverter a seu favor uma situação desfavorável e quem nunca passou poderá saber como reagir numa eventual circunstância.

O famoso general nos deixou um legado que pode ser utilizado nas diversas áreas da vida, incluindo aí a dos relacionamentos conflitantes.





Raniery
raniery.monteiro@gmail.com

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Redes sociais a serviço do mal


Eu me pergunto todos os dias o que acontece com o ser humano pois vivemos na era da informação e isso na teoria deveria nos tornar, no mínimo, mais esclarecidos, mas me parece que estou errado em minha lógica. Está se multiplicando pela internet casos como esse, em que, a xenofobia,  o preconceito,  o racismo,  o sexismo, a intolerância religiosa ou de opção sexual e até mesmo política, encontram na web seu meio de propagação.
Fica o alívio que este tipo de comportamento degradante não corresponde ao que a maioria das pessoas (que são do bem) pensam. Porém, não deixa de ser decepcionante.
Deixo aqui meu registro pessoal de apoio e admiração ao povo nordestino que são exemplo de gente trabalhadora, forte, amistosa e alegre.
Talvez seja isso que incomode tanto este tipo de pessoa frustrada e infeliz que dá vazão à seus complexos de inferioridade atacando outros para tentar se projetar de alguma maneira.

Eu mesmo sei o que é isso, já que fui vítima dessa forma covarde de ataque efetuado por uma comunidade do orkut (gport santos) relacionada ao setor que trabalho em minha empresa. Até hoje, depois de quase cinco anos nunca houve uma retratação por parte daqueles que me prejudicaram. Foi aberto inquérito administrativo, as pessoas envolvidas não foram punidas e outras pessoas foram prejudicadas também.

É preciso denunciar essa prática de violência feita por gente covarde e malévola.



Raniery

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Bullying na UNESP


SP: alunos da Unesp agridem colegas em 'rodeio de gordas'

Um grupo de alunos da Universidade Estadual Paulista agrediu colegas durante uma "competição" batizada de "Rodeio das Gordas", realizada no InterUnesp 2010, jogos universitários realizados em Araraquara (SP) entre 10 e 13 de outubro. O objetivo da ação era agarrar mulheres, de preferência obesas, e tentar simular um rodeio, ficando o maior tempo possível sobre a colega. Roberto Negrini, um dos organizadores da atividade e criador de uma comunidade no Orkut sobre o tema, diz que a prática era "só uma brincadeira". As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
Segundo Negrini, mais de 50 rapazes de diversos campi da Unesp participavam. O estudante afirma que, primeiro, o jovem se aproximava da menina, como se estivesse paquerando-a. Em seguida, começava a agressão. "O rodeio consistia em pegar as garotas mais gordas que circulavam nas festas e agarrá-las como fazem os peões nas arenas", diz Mayara Curcio, membro do grupo de 60 estudantes que se mobilizaram contra o bullying. No Orkut, os participantes estipulavam regras para futuras competições, como cronometrar as performances dos "peões" e premiar quem ficasse mais tempo em cima das garotas com um abada e uma caneca. Com a repercussão, a página foi excluída do site de relacionamentos. Em sua defesa, Negrini diz que não havia agressão e a garota poderia se soltar se quisesse. O relato de outros alunos é diferente - dizem que parte da "brincadeira" consistia em reagir às tentativas de soltura. Em nota, a Diretoria da Faculdade de Ciências e Letras da Unesp, cujos alunos estariam envolvidos no episódio, afirmou que instaurou "processo disciplinar para que sejam tomadas as medidas cabíveis". De acordo com a instituição, "a medida será oficializada ainda nesta semana, com a colaboração da Assessoria Jurídica da Reitoria".

Mais um lamentável caso de agressão moral a pessoas dentro de universidades.
Gostaria de saber se esses idiotas gostariam que essa "brincadeira" fosse feita com suas mães ou irmãs.

O que me deixa mais indignado é que em sua maioria esse tipo de gente medíocre tem condições de pagar por uma faculdade particular (já que seus pais lhe dão condições de ter estudo de qualidade) e tira vaga de quem batalha com dificuldade e esforço e não tem as mesmas condições de disputar em pé de igualdade.

Não demora muito esses vermes estarão ateando fogo em moradores de rua e dizendo que é por brincadeira e o "papai" ou a "mamãe" os defenderá dizendo que são crianças: dá nisso passar a mão na cabeça de mau caráter.

Raniery