sexta-feira, 20 de setembro de 2013

O Assédio Moral Fede!


Se você já pensou ou disse: que assediador de merda! - em algum momento quando estava sendo importunado por um, não imaginaria que por trás deles ( os cocôs) existe toda uma ciência e, pasme, podem ser tão úteis a ponto de gerar energia.

Cientistas criam bateria aproveitando energia que vem do cocô

Cientistas da Universidade de Stanford, nos EUA, criaram um jeito de usar bactérias presentes no cocô para produzir energia elétrica enquanto digerem matéria orgânica.  O segredo são as bactérias filamentosas “exo eletrogênicas”, que vivem em ambientes sem oxigênio, usam matéria orgânica em decomposição como alimento e liberam o excesso elétrons durante a digestão. Esses micróbios fazem nano fios de eletricidade naturalmente. Os cientistas desenvolveram, então, uma técnica para ”caçar” esses elétrons usando filamentos de carbono e óxido de prata, resultando em uma bateria.


A ideia é, no futuro, usar essa tecnologia nova para limpar sistemas de esgoto e lugares onde matéria orgânica é muito concentrada e não há oxigênio, como lagos e zonas costeiras muito poluídos. Cui e Criddle afirmam que essa bateria pode extrair até 30% do potencial energético do esgoto e que pode ser usada para alimentar os sistemas de tratamento dele.


Estudar as fezes não é coisa de maluco. 



Pode servir para entender melhor a nossa saúde, a nossa mente e até mesmo o passado de toda a humanidade. Leve o seu dispositivo para o banheiro e seja bem-vindo ao mundo da coprologia, a ciência que estuda o conteúdo da sua privada.



Pequeno manual do cocô



Uma peça saudável é marrom graças à estercobilina, um pigmento escuro formado na digestão da bile - aquele fluido produzido pelo fígado que facilita a ação das enzimas que digerem as gorduras. Alterações na cor podem vir da ingestão de certos alimentos ou corantes, mas também podem indicar doenças. 

Arqueologia fecal

O cocô não revela informações apenas sobre quem somos hoje. Coprólitos, fezes fossilizadas, dizem muito sobre a vida dos homens do passado - de hábitos alimentares a doenças. E, por causa disso, são considerados um tesouro para arqueólogos. Foi graças à análise de coprólitos humanos encontrados no Oregon, nos EUA, que Willerslev fez uma descoberta importante: o homem chegou à América mil anos antes do que se imaginava. Até pouco tempo, a teoria mais aceita era a de que uma leva de migrantes saiu da Ásia, cruzou o Estreito de Bering e chegou ao Alasca há cerca de 13 mil. A partir daí, eles teriam se espalhado pelo continente. Mas a análise dos coprólitos comprovou que o material tem mais de 14 mil anos de idade - mil a mais do que as pontas de lanças mais antigas encontradas. O estudo do DNA mitocondrial das fezes fossilizadas também revelou que eles pertencem a pessoas de um genoma vindo de outra parte da Ásia, que poderiam ser os antecessores da população indígena americana atual.

Terapia de privada

A crença de que o intestino preso pode interferir na personalidade vem da Idade Média (e se propagou depois. É só pensar em alguém "enfezado" = cheio de fezes). Mas a ciência comprovou agora que existe, sim, uma relação direta entre o nosso estado psicológico e o funcionamento intestinal. Um estudo feito na University College Cork, na Irlanda, mostrou que bactérias intestinais benéficas - os famosos lactobacilos vivos - podem influênciar o nível de estresse em ratos.  Só falta saber se isso também funciona com humanos. Outros trabalhos já mostraram que probióticos podem melhorar a saúde mental de pessoas com síndrome da fadiga crônica - além de melhorar a memória em humanos saudáveis. 
Fonte: Superinteressante

Pois, é! Que merda toda é essa, hein? Acho que nesse ponto, você que acompanha o Blog já deve até saber o que eu devo estar pensando. Preciso refinar minha técnica de redação para me tornar menos previsível, não é?

Me perdoe, mas não tive como não fazer a comparação, ou melhor, estabelecer as diferenças,  já que o cocô ainda pode ser útil de alguma forma. A única coisa em comum entre o assediador e o coliforme é que ambos fedem e se desenvolvem entre os dejetos e as bactérias e vão para o mesmo lugar,ou, para alguns ,saem do mesmo lugar.

A natureza é mesmo muito interessante e surpreendente, pois acaba mudando até nosso ponto de vista depois que a conhecemos de fato. E o que dizer de gente que só veio ao mundo pra exalar um cheiro fétido de seu caráter e condutas que adoecem o meio onde se proliferam e afetam negativamente as pessoas?

São tão réprobos que nos fazem aludir suas vidas às de fezes de tão desprezíveis que são. Mas, se pelo exposto alguém imaginar que ficariam constrangidos está muito enganado, pois suas consciências à muito apodrecidas não permite que isso ocorra.

Assediar moralmente é só uma face de um complexo de características antissociais que os perversos possuem. É na podridão de sua vida que se dissemina toda sorte de contaminações. Não podemos esquecer que onde há cheiro de bosta também terá todo tipo de inseto que as enxerga como refeição favorita e se lambuzam inteiramente.

Da mesma forma que os cientistas que encontraram uma finalidade para as fezes há partidários que argumentam do valor dos mau caráter pretendendo obter algum benefício deste tipo de energia repulsiva. Como as moscas que infestam os coprólitos os aduladores estarão oportunamente ao redor dos assediadores para se oferecer de intermediários entre sua sujeira e o grupo.

Pousando sobre suas sujas intenções levarão em suas patinhas imundas a contaminação no bater de suas asas para que a imundície prolifere suas ideias doentias.

Pode atê ser útil que os cientistas aproveitem uma forma se extrair benefício energético do cocô, mas pra mim o melhor lugar dele é privada abaixo, afinal, a não ser que se seja muito nojento, desconheço alguém que goste de se revolver na merda.



Pensando bem, se o corpo expele é porque não deve ficar dentro dele, não é mesmo?

Raniery


raniery.monteiro@gmail.com
http://mentesalertas.wordpress.com